Durante duas horas, foi conversado o “Fora Sarney” , o modelo de
articulação e o posicionamento do coletivo.
O encontro aconteceu às 14h na praça do povo – CONIC. Foram relatadas
as seguintes ideias:
Primeiramente, o “Fora Sarney” não abrange toda a classe política. O
movimento se tornou superficial ao ponto de ser insustentável, pois
sempre dependerá do interesse da imprensa e de alguns representantes
do estado. Por isso, o CIMA apóia a saída do presidente do Senado José
Sarney, mas não articulará as próximas manifestações. CIMA sugere que
o debate dentro do coletivo se expanda para gerar uma nova base de
luta, mais ampla e que envolva,principalmente, “Renovação Política” e
“Reforma Política”.
O ativismo acontecerá num formato estratégico, isto é, as ações do
grupo não dependerão de um grande número de pessoas, mas sim, de
voluntários para se manifestar criativamente, de uma forma impactante.
O coletivo deve atuar com outros movimentos sociais aos quais ele se
indentifica. A área de atuação do grupo é a política, mas sem fins
partidários. O CIMA se manifestará para incomodar e questionar a
política brasileira.
As atividades do coletivo não são exatas, visto que serão definidas
nas reuniões.
O CIMA é,tambem, cyberativista; portanto as sugestões devem ser
transmitidas por meio do GoogleGroups e o ativismo por meio da web
deve ser realizado. Entretanto, todas as decisões serão tomadas nos encontros.
A estrutura do CIMA e a linha de pensameno político do coletivo estão
em debate. Participe.
Os encontros serão realizados duas vezes por mês, em um espaço fixo
(em definição).

